sábado, 29 de dezembro de 2012

Assim não dá, doutor!


Olha, nem tudo são espinhos. Às vezes tem lagartas também. Eu fiz uma entrevista por esses dias que MEU DEEEEEEEUS! A proposta era tão bizarra que eu quase perguntei onde eu assinava pra levar a primeira chibatada. Não, sério, é uma parada que nem minha mãezinha me deixou aceitar.
As condições de trabalho eram ruim, a remuneração era péssima, a cargo horária era extensa demais, o volume de trabalho era absurdo e desvirtuado, enfim, um absurdo jurídico rechaçado por qualquer bom defensor dos direitos trabalhistas.
Como isso eu acabei aprendendo uma lição: Não é porque você não tem nada que você vai aceitar qualquer coisa. Dessa forma você acaba perdendo tempo e se desgastando em algo que não vai te levar muito longe. Seja ambicioso. Mesmo que as condições não sejam muito favoráveis, estabeleça uma meta e vá atrás dela.
Por ora a minha meta é financeira. Estabeleci um patamar de remuneração (claro que não é muito alto, mas é o que eu preciso pra pagar as minhas contas, estabelecer um padrão regular de vida e bancar meus estudos) e não tenho como aceitar nada abaixo disso. Dessa forma a gente acaba eliminando as propostas que estão aquém do que a gente precisa e focando nas que atendem às nossas expectativas.

Até a próxima postagem!


3 comentários:

  1. Vou virar leitora assídua e boa sorte na jornada vou estar acompanhando pela leitura e também estarei enfrentando o sexto ano. ^^

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    1. Certamente enfrentaremos. Boa sorte pra nós todos nesse pós faculdade. Mas vai dar tudo certo, afinal, sempre deu tudo certo pra nós, né!? hehehe

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  2. Boa Dra.!

    Tem que conseguir, ao menos, pagar alguns combinados do Kaiten! :P

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