quarta-feira, 6 de março de 2013

Escolhas

Olááá, sextanistas!
Hoje eu vou escrever algo feliz e alegre porque me obrigaram eu acordei feliz e alegre. Tá. É mentira. Eu acordei de bom humor, mas não há bom humor que sobreviva ao metrô lotado com um Vade Monstro na mão e à morte do nosso querido Alexandre Magno Abrão, vulgo Chorão.
De qualquer forma, pensando exatamente sobre a morte dele eu cheguei a uma conclusão. Há indícios de que ele tenha morrido (ou se matado) por conta da depressão. Depressão, cara. Era um cara que tinha tudo e de tudo. Nosso estereótipo mais comum do que é felicidade. E morreu assim.
Felicidade é um estado de espírito e o infalível método da experiência há muito já comprovou que ela independe das circunstâncias. Na verdade as pessoas mais felizes em geral são as mais humildes. Estranhamente a regra é que quanto mais se tem, mais infeliz se é.
Porque, então, vamos atrás de tantas coisas durante toda a nossa vida achando que o próximo passo é o que nos trará felicidade? Também ainda não descobri.
Não é exatamente achar que o dinheiro não traz felicidade. De fato ele pode ajudar bastante, mas a felicidade depende muito mais de nós. É uma escolha.
Sabe aqueles dias em que você acorda e decide que nada vai estragar sua felicidade? Pois bem, porque a gente não decide isso todos os dias? Alegria é contagiante e gargalhar faz bem. Vamos tentar?

Ps.: Não fui classificada no TRT. Hahahhaa. Mas juro que o post não tem nada a ver com isso. Não tô tentando mostrar conformismo, só decidi que não foi nesse, pode não ser no próximo, mas uma hora eu vou passar. Mas minha felicidade não vai mais depender disso. Aproveitar o caminho pode ser uma escolha e eu acabei de fazê-la! =)

Até o próximo post!



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